A grande verdade é que o Mercado
Imobiliário atrai muitas pessoas interessadas no retorno financeiro que a
profissão oferece. Se sua motivação for apenas financeira, você não
está no caminho certo. Muitas pessoas iniciam no mercado imobiliário com
a certeza de que ficarão ricos. Aqueles que vão com muita sede ao pote
são os que menos vendem, pois são os menos preparados.
A profissão exige tempo para se
capacitar, treinamento, conhecimento de técnicas, posicionamento,
relacionamento. Infelizmente, todos os dias aventureiros quebram a cara e
se frustram acreditando em contos de fadas.
Seja um corretor 4.0, diferente dos que
só pensam em ganhar dinheiro, o seu foco deve ser o cliente, resolver o
problema, anseios e frustrações dele. Só entendendo isso, se tornará
apto para o mercado.
Segundo Guilherme Machado, CEO, fundador
do Instituto “Quebre As Regras”, especialista em alavancagem de
negócios e Growth Hacking, o segredo para se tornar um corretor de
verdade é seguindo os seguintes passos:
1- O primeiro é ir em busca do sindicato
dos corretores da sua região. Ele é quem está apto a aplicar o curso
TTI: Técnico em Transações Imobiliárias. Essa formação é de segundo grau
e vai permitir que você peça ao CRECI a sua carteirinha de corretor.
Você também pode encontrar algumas escolas credenciadas que oferecem o
diploma, de forma presencial ou online. Nesse caso vai depender do que
você busca e da sua disponibilidade.
2- Depois disso, vai precisar ir ao
CRECI, que é o Conselho Regional dos Corretores de Imóveis. Esse órgão
valida e autoriza que você exerça a profissão. Lembre-se: Não adianta
ter TTI e não ter o número do CRECI. Somente com esse número você pode
exercer a corretagem. Uma possibilidade que temos aqui é pedir ao CRECI
uma autorização de estágio. Assim, você já pode ir ganhando o seu
dinheiro.
O mercado é cheio de possibilidades, mas
assim como qualquer outro segmento, os profissionais mais preparados
saem na frente. Busque um diferencial. Se você já trabalha como corretor
de imóveis não replique a ideia do pote de ouro. Muitos querem ser
corretor, mas não querem entender o que é a profissão.
O Sindicato da Habitação do Distrito Federal (SECOVI/DF) divulgou o penúltimo boletim imobiliário do ano de 2019, a amostragem é referente ao mês de outubro e analisou 49.840 unidades de imóveis residenciais e 8.052 comerciais.
Na parte residencial, 68,41% da amostra é composta por apartamentos (14,82% para a locação e 85,18% para comercialização) e 31,59% são de casas (90,18% para comercialização e 9,82% disponíveis para locação).
Quanto à parcela comercial, 66,08% dos dados são de salas comerciais (42,57% para venda e 57,43% para locação) e 32,92% são de lojas (43,08% para comercialização e 56,92 % disponíveis para aluguel).
De acordo com a pesquisa, em setembro, o índice de rentabilidade comercial apresentou seus maiores valores nas categorias de sala (0,80%) e loja (0,77%) em Águas Claras e, também, nas lojas de Taguatinga (0,69%). Os menores valores foram verificados nas salas do Setor de Indústria (0,35%) e em Brasília (0,47%), além da categoria de lojas, também na capital federal (0,53%).
Já, o índice de rentabilidade residencial obteve seus maiores valores nos imóveis de 1 dormitório (0,54%) e quitinete (0,53%) em Águas Claras e de 3 dormitórios no Guará (0,50%). Porém, os menores valores foram registrados nas categorias de 1 dormitório no Guará (0,36%), 3 dormitórios (0,37%) e 2 dormitórios em Brasília (0,38%).
Para o presidente do SECOVI/DF, Ovídio Maia, a nova política de redução de juros com o baixíssimo estoque de imóveis favorecerá a retomada dos lançamentos imobiliários. Isso sem falar da rentabilidade de locação que está nivelada às aplicações financeiras e à valorização do imóvel. “Todos esses fatores somados só comprovam que o setor imobiliário está de volta e, com certeza, esta é a hora de se investir em imóveis”, concluiu.
Os anúncios em jornais e panfletos já impactaram bastante o nosso mercado como forma de divulgação dos imóveis. Entretanto, principalmente depois dos avanços tecnológicos, a internet passou a ser um dos melhores pontos para atingir os clientes que estão em busca de um novo lar. Veja abaixo algumas dicas de como criar um anúncio de imóveis que aumentam ainda mais as possibilidades de gerar mais contatos para a sua carteira de clientes. O bom de anúncio de imóvel é composto por:
Filtros
Endereço
Fotos
Valores
Descrição
1. Filtros completos
As pessoas buscam praticamente tudo por filtro e se o imóvel anunciado tiver algum erro neste quesito não vai aparecer, afinal as pessoas filtram na hora de buscar. Um exemplo clássico são os anúncios de kitinetes, em que muitas vezes os profissionais imobiliários colocam “0 quartos” (por conta da estrutura do imóvel). No entanto, as pessoas sempre vão procurar pelo menos um quarto. Portanto, colocando “zero quartos”, seu anúncio acaba não aparecendo para as pessoas que filtrarem por ao menos um. Outro exemplo são os bairro com nome errado, que acaba acontecendo a mesma situação dos quartos. Quanto mais informações, mais chances de o seu anúncio ser localizado e você receber leads mais quentes. Insira, caso tenha:
Opções de lazer: piscina, churrasco, quadras de esporte, playground, salão de festa, entre outros;
Quantidade de vagas;
Quantidade de quartos;
Área do imóvel;
Opções de segurança: circuito de câmeras, portaria 24h.
02. Endereço completo do imóvel
Apesar de ainda ser um assunto bastante debatido em nosso mercado, a inserção do endereço completo no anúncio de imóveis é um diferencial diante dos concorrentes. Com esta característica, o consumidor pode pesquisar facilidades próximas, como farmácias, hospitais, mercados, pontos de ônibus ou a distância da futura residência até o trabalho, por exemplo. Outro motivo para inserir este item na descrição, é que ele faz parte do “filtro” e, sendo assim, seu imóvel poderá ser encontrado com mais facilidade pelos usuários que realizam as buscas por sites como o Google, por exemplo. Visto que muitas pessoas tentam encontrar um lar por meio de um endereço ou bairro específico.
Em um portal , por exemplo, 60% do tráfego é via celular, o dispositivo em que as pessoas usam geolocalização. Mais buscas no celular é igual a mais buscas por endereço completo.
3. Fotos e vídeos do imóvel
A escolha das fotos é um fator muito importante, já que este será o primeiro lugar que, geralmente, os usuários batem o olho e se encantam. Foto de destaque: A foto de destaque é um dos primeiros lugares em que as pessoas que estão buscando um imóvel vão bater o olho. Por isso, é preciso colocar uma foto clara, ampla e que consiga valorizar o imóvel. Evite fotos que cortem móveis ou que dificultem que o cliente veja como é o local. Veja abaixo dois exemplos. Como consumidor, por qual anúncio se sentiria mais atraído se estivesse em busca de um novo lar.
exemplo de foto para anuncio de imóvel
Fotos do anúncio: As fotos inseridas dentro do anúncio também são de grande importância, visto que elas podem auxiliar para que o consumidor consiga se visualizar dentro do imóvel. É aconselhável colocar pelo menos 15 boas fotos em cada domicílio divulgado. É possível tirar boas fotos com o smartphone SIM! Para isso, siga dicas como:
Aproveite-se da luz natural do dia;
Ajuste o foco da câmera do celular;
À luz do dia, evite tirar fotos do imóvel sentido os pontos de luz (como portas e janelas);
Ao tirar fotos noturnas, tente usar mais de uma fonte de luz, como lanterna de outro celular.
Veja no ato se a foto ficou boa, caso contrário, tire outra da mesma posição, para não ter trabalho redobrado e ter de voltar depois ao imóvel para fotografar.
4. Preencher os valores
Quem está buscando um lar, certamente tem uma quantia de dinheiro que pretende destinar para a aquisição do imóvel. Portanto, não se esqueça de inserir todos os valores que a pessoa terá de gastar com aquele domicílio. Isso inclui IPTU, condomínio (se for o caso) e outras taxas que estão incluídas.
5. Descrição
A descrição é um dos chamarizes de um bom anúncio. Portanto, não limite a criatividade na hora de descrever o empreendimento e passar todas as informações possíveis. Vale saber que os 200 primeiros caracteres devem receber grande atenção, isso porque este será o trecho que aparecerá em ferramentas como o Google, por exemplo. Com a descrição do imóvel, a pessoa consegue visualizar o imóvel antes de visitar. Além disso aumentar as chances de aparecer no google e na busca aberta de portais imobiliários, como o exemplo abaixo. Preparamos algumas dicas básicas para você se dar bem na descrição: Vale lembrar que é legal escrever de maneira que o cliente sempre se sinta convidado a conhecer o imóvel pessoalmente. Use frases como “venha conhecer este lindo imóvel”, “agende uma visita” e outras que transmitam um certo “acolhimento”. As redes sociais também são ótimas ferramentas para divulgar os domicílios e segmentar o seu público. Viu como não é coisa de outro mundo fazer uma boa descrição para os imóveis de sua carteira? Siga essas dicas e procure aprimorar-se cada vez mais. E você, o que faz para chamar atenção dos consumidores para os seus empreendimentos?
Vale lembrar que é legal escrever de maneira que o cliente sempre se sinta convidado a conhecer o imóvel pessoalmente. Use frases como “venha conhecer este lindo imóvel”, “agende uma visita” e outras que transmitam um certo “acolhimento”. As redes sociais também são ótimas ferramentas para divulgar os domicílios e segmentar o seu público. Viu como não é coisa de outro mundo fazer uma boa descrição para os imóveis de sua carteira? Siga essas dicas e procure aprimorar-se cada vez mais. E você, o que faz para chamar atenção dos consumidores para os seus empreendimentos?
DIA 10 DE DEZEMBRO, AS 19H NO AUDITÓRIO DO CRECI/DF
Conteúdo: – Medidas extrajudiciais; – O que pode ser cobrado junto com o aluguel em atraso; – Quando acionar judicialmente; – Custo e tempo do despejo por falta de pagamento; – Despejo Liminar em 15 dias; – Quando e como utilizar a garantia locatícia.
Palestrante
DOAÇÃO:
Contribua com a Campanha CRECI/DF Solidário, com a doação de um (01) pacote te fraldas geriátricas. As doações serão destinadas a uma instituição do DF ou entorno. A doação é voluntária.
A Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) vai leiloar, na sexta-feira (29/11), 102 terrenos para a construção de casas e empreendimentos próprios. O edital de licitação dos lotes está disponível no site da autarquia e oferece imóveis em locais como Águas Claras, Guará, Park Way.
Qualquer pessoa física ou jurídica pode participar da licitação. No entanto, após visitar e escolher o terreno pelo qual quer concorrer, a pessoa deve preencher a proposta de compra e depositar o pagamento caução até a próxima quinta-feira (28/11), em agências do Banco de Brasília (BRB). Os interessados também devem obedecer a alguns critérios, como o pagamento a partir de 5% de caução, entrada (com abatimento da caução) e o restante em até 15 anos, a depender do imóvel (confira o edital).
Segundo a Terracap, o leilão é a “oportunidade de quem quer investir na compra de um terreno seguro, em áreas regularizadas e com a infraestrutura necessária para implantar um novo negócio ou para morar.” O edital deste mês é o 13º publicado pela Terracap. A autarquia tem promovido os leilões mensalmente.Continua depois da publicidade
Com localização a 11 km da Esplanada dos Ministérios, o Guará é um dos locais mais buscados e já conta com 93 lotes vendidos em 2019. Neste edital, as entradas para os imóveis da região custam a partir de R$ 11,2 mil. Já no caso de lotes para implementação de atividades econômicas, de comércio e prestação de serviços na região, a entrada mínima é de R$ 106 mil.
Terrenos em outras regiões administrativas também serão leiloados neste mês de novembro. Ceilândia, Taquari, Paranoá, Recanto das Emas, Riacho Fundo II, Samambaia, Santa Maria, São Sebastião, Sobradinho e Taguatinga são locais com lotes disponíveis no edital.
Licitação de imóveis – Terracap Data: 29 de novembro (sexta-feira) Edital:Confira aqui
Os lançamentos de imóveis residenciais no país cresceram 23,9% no 3 trimestre, na comparação com o mesmo período do ano passado, atingindo um total 33.199 unidades, segundo levantamento da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) divulgado nesta segunda-feira (25). Em relação ao segundo trimestre, porém, o avanço foi menor, de 4,1%.
Já as vendas apresentaram uma alta de 15,4% na comparação anual, somando 32.575 unidades. Frente ao 2º trimestre, porém, houve queda de 4,9%.
Lançamentos e vendas de imóveis cresceram no 3º trimestre, na comparação anual — Foto: Divugação/CBIC
No acumulado em 12 meses, o número de unidades lançadas subiu para 122.757 e o de unidades vendidas alcançou 129.139, resultando em um estoque de 124.644 unidades e sinalizando uma recuperação do setor. Em janeiro de 2016, a oferta total estava em 178.510 unidades.
“A oferta final apresentou um aumento, resultado de lançamentos maiores do que vendas, de 2,6% em relação ao trimestre anterior e uma queda de 2,6% em relação ao mesmo trimestre de 2018”, informou a CBIC.
A CBIC realizou a pesquisa juntamente com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), abrangendo dados de 17 das maiores cidades brasileiras e as regiões metropolitanas de dez capitais.
00:00/05:03
Entenda os números positivos sobre a construção civil
Segundo o presidente da CBIC, José Carlos Martins, o setor está otimista em relação aos próximos anos em função da queda dos juros, mas há preocupação com o crédito para a baixa renda.
A CBIC estima que os financiamentos com recursos da poupança deverão crescer 27%, neste ano, mas que o crédito originado do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) cairá 11%.
Ainda que a maior parte da população não tenha sentido uma melhora significativa na economia do dia a dia, os índices têm se mostrado positivos para as grandes instituições e organizações.
No entanto, com a queda dos juros, cada vez mais pessoas têm a possibilidade de fazer financiamentos e realizar o sonho da casa própria. Com o crédito mais acessível, os consumidores – e as construtoras – podem voltar a buscar novas possibilidades de imóveis.
Seja através do leilão de imóveis ou por meio de um financiamento ou consórcio, a queda da taxa SELIC amplia as possibilidades para que os brasileiros voltem a fazer planos em médio e longo prazo.
Juros e o mercado imobiliário
O mercado imobiliário é o que está mais suscetível às taxas de juros mais baixas. Quando os juros ficam baixos, como acontece desde o início deste semestre, é fácil notar o aquecimento desse setor.
Atualmente, com o grande número de ofertas, o consumidor também passa a ter um poder maior de negociar. Nos casos em que ainda não é possível negociar preços menores, construtoras aceitam outras condições mais facilitadas, como o parcelamento da entrada ou a entrega do imóvel com o piso desejado, por exemplo.
A resposta dos bancos para a queda das taxas de juros, no entanto, não começou positiva. Havia o temor no mercado de que isso pudesse comprometer o lucro das instituições financeiras, que ano após ano vêm batendo recordes de arrecadação.
Por isso, alguns especialistas do mercado acreditam que esse foi o piso para a SELIC, que deverá voltar a crescer, fechando o ano acima dos 6%.
Momento favorável
Mesmo que os juros voltem a subir, até o início de 2020 a expectativa é de que o mercado imobiliário continue sendo privilegiado.
Segundo dados do Sindicato do Mercado Imobiliário (Secovi-SP), entre setembro de 2018 e setembro de 2019, foram vendidos cerca de 40 mil imóveis na cidade de São Paulo. Esse número é 40% maior em relação ao mesmo período de 2017 a 2018.
Os imóveis mais buscados são os apartamentos com dois dormitórios, indicando que o mercado tem ficado aquecido principalmente por famílias que buscam a casa própria.
Esse aquecimento no mercado imobiliário também é importante para o mercado de trabalho formal. De acordo Secretaria de Trabalho do estado, que faz o registro das vagas formais, dos 760 mil postos de trabalho com carteira assinada abertos neste ano, 116 mil foram na construção civil.
Criado em 2009 com o objetivo de ampliar o acesso à moradia para famílias de baixa renda, o programa “Minha casa, minha vida” vai passar por reformulações. As mudanças ainda estão em estudo por equipes técnicas do governo federal, mas haverá alterações no nome, nas diretrizes e nas faixas de renda existentes hoje. As informações são do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR).
Para a diretora da Credoito, Daisy Viana, é importante que o “Minha casa, minha vida” tenha suas taxas de juros revisadas. Isso porque os juros do crédito imobiliário para financiamentos fora do programa estão em queda e se mostrando mais atraentes para famílias com renda um pouco mais elevada, especialmente aquelas enquadradas na faixa 3 — para a qual os juros nominais são de 8,16% ao ano mais a Taxa Referencial (TR) e não há subsídio para a compra do imóvel. Perguntado se há previsão de baixar os juros do programa, o ministério não respondeu.
O que está em análise pelas equipes técnicas da pasta, do Ministério da Economia, da Casa Civil e da Caixa Econômica Federal é a criação de vouchers — nas modalidades “construção”, “melhoria habitacional” e “aquisição de imóveis novos ou usados” — destinados à população que não tem condições de assumir um financiamento imobiliário.
O novo programa também beneficiará famílias que podem acessar o financiamento, mas precisam de algum apoio do governo. A seleção deve ocorrer por meio de Cadastro Único, e as faixas de renda para esses dois públicos-alvo serão definidas de acordo com as condições socioeconômicas das regiões do Brasil.
De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Regional, um dos objetivos da reformulação do “Minha casa, minha vida” é oferecer moradia digna às famílias de baixa renda para sanar problemas habitacionais específicos de determinadas áreas.
Nas regiões metropolitanas e no Sudeste, no Sul e no Centro-Oeste, o gasto excessivo com aluguel tem grande peso — comprometimento de mais de 30% da renda com essa despesa, quando os ganhos não ultrapassam três salários mínimos (R$ 2.994).
Nas regiões Norte e Nordeste, o que preocupa são as construções precárias, improvisadas como domicílio, ou rústicas.
A portabilidade de financiamento imobiliário cresceu em 102% em 2019, de acordo com dados do Banco Central. Isso ocorreu devido à queda da taxa básica de juros (Selic), 5,5% para 5% ao ano. A elevação ocorreu de janeiro a agosto, informou reportagem publicada no portal G1.
Assim, a redução dos juros cobrados pelos bancos para o financiamento da casa própria influenciou na portabilidade do crédito imobiliário. O setor acabou sendo mais atraente para o brasileiro poder dar entrada em seu imóvel, aumentando assim a demanda.
Isso ocorre porque o cliente pode reduzir o valor das parcelas e também ter melhores condições de empréstimos. No período de janeiro a agosto, foram feitas 1.605 efetivações de financiamentos imobiliários, num total de R$ 608,2 milhões. Comparando o mesmo período de 2017, houveram 794 efetivações, somando R$ 335,8 milhões, informou o Banco Central.
Já os dados mais recentes, do mês de agosto, mostram que os pedidos ampliaram para 1.761. Em julho foram feitos 764.
Financiamento imobiliário ainda tímido
Apesar do avanço, os números ainda são bem tímidos se comparados ao potencial do setor. Um estudo do Banco Central mostra que o crédito imobiliário representa apenas s 0,1% do total de pedidos de pedidos de portabilidade no sistema bancário e 2,1% do valor total portado.
Ações
O Índice Imobiliário está no maior nível desde que foi criado, com valorização de 45% no ano e 1.200 pontos. Isso representa quase o dobro da alta do Ibovespa. Os números são resultados da soma de juros menores, expectativa de recuperação econômica e de maior demanda por imóveis
Uma das formas mais eficientes de identificarmos o nosso perfil de investidor, é realizando um teste de perfil.
O Imob é composto por 14 ações, que vêm sendo estimuladas pela performance das incorporadoras Cyrela. Esses papéis tiveram crescimento de mais de 80% no ano. A Eztec teve ações que dobraram de valor, comparado com o início de 2019. A Even teve crescimento de 107%.
A valorização dessas empresas é atribuída à perspectiva de maior demanda da classe média por imóveis, como consequência da redução das taxas no financiamento imobiliário. Segundo dados do Banco Central, os juros pagos por pessoas físicas no setor privado caíram de uma média de 9,29% ao ano, em janeiro, para 8,65%, em setembro.
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