Noticias
Inscrições abertas: Curso Online de Perito Judicial
DA REDAÇÃO CRECI/DF
Corretoras e Corretores de Imóveis do Distrito Federal, não percam!
O CRECI/DF e UNICRECI/DF oferecem aos profissionais do Distrito Federal mais uma turma no curso de Perito Judicial – 16ª Edição.
As inscrições devem ser realizadas as 23h59 do dia 06/06/2019.
Para garantir sua vaga é preciso que você tenha acesso a CAIXA DE ENTRADA do seu email @creci.org.br. Se ainda não tem o email, faça o seu agora (CLIQUE PARA FAZER SEU EMAIL). Caso tenha e esqueceu sua senha ou não sabe como acessá-lo, ligue para o seu Conselho (61) 3321-1010.
O Curso NÃO dá direito à inscrição no Cadastro Nacional de Avaliadores de Imóveis (CNAI), mas é uma base importante para você Corretor de Imóveis que deseja realizar perícias de unidades habitacionais que estão sob judice.
Antes de realizar sua inscrição, pedimos que leia com atenção o regulamento.
Antes de realizar sua inscrição, pedimos que leia com atenção o regulamento.
[button bgcolor=”#” hoverbg=”#” textcolor=”#” texthcolor=”#” bordercolor=”#” hoverborder=”#” size=”bigger” align=”center” link=”http://ead.creci.org.br/CursoDetalhes.aspx?id=104250″ target=”_blank” radius=”0″ outer_border_color=”#” icon_color=”#”]CLIQUE AQUI PARA LER O REGULAMENTO E AO FINAL FAZER SUA INSCRIÇÃO[/button]
Conteúdo programático
- Introdução
- Habilidades do Perito
- Honorários
- Outras atividades de perícia e o Assistente Técnico
- A Perícia e as responsabilidades do Perito
- Elementos do Processo Jurídico
- Princípios Processuais
- Fases de um Processo
- O Corretor de Imóveis enquanto Perito Judicial e o PTAM
- Como ser Perito
- Os prazos a respeitar
- Legislação – Fundamentos
- Legislação – Pagamentos das despesas e a remuneração do Perito
- Legislação – Impedimentos e Suspeição
- Legislação – Auxiliares da Justiça e o Cadastro de Peritos
- Legislação – Da designação e escusa do Perito
- Legislação – Penalidades aplicáveis ao Perito
- Legislação – Suspensão do curso do prazo processual
- Legislação – Cartas de ordem, precatória, rogatória e arbitral
- Legislação – Provas Orais e esclarecimentos em audiência
- Legislação – Meios legais e provas
- Legislação – A Prova Pericial
- Legislação – Nomeação do Perito
- Legislação – Cumprimento do encargo do Perito
- Legislação – Escusa, recusa e substituição do Perito
- Legislação – Quesitação suplementar
- Legislação – Escolha do Perito por autocomposição pelas Partes
- Legislação – Dispensa da prova pericial
- Legislação – Conteúdo de laudo pericial
- Legislação – Aspectos da perícia, sua retificação e repetição
- Fluxo Operacional da atividade do Perito
- Petição – Definição e lógica jurídica
- Modelos de Petição – Aceitação de designação de Perito
- Modelos de Petição – Escusa da nomeação de Perito
- Modelos de Petição – Discordância de impugnação
- Modelos de Petição – Pretensão de honorários periciais
- Modelos de Petição – Pretensão complementar de honorários
- Modelos de Petição – Pedido de intimação pelo depósito dos honorários
- Modelos de Petição – Utilização de outros meios necessários para elucidação dos fatos
- Modelos de Petição – Intimação de morador de imóvel da diligência
- Modelos de Petição – Solicitação de auxiliar técnico
- Modelos de Petição – Atualização de honorários
- Modelos de Petição – Liberação de parte dos honorários
- Modelos de Petição – Resposta de impugnação de pretensão de honorários
- Modelos de Petição – Apresentação de laudo e liberação dos honorários
- Modelos de Petição – Quesito ser matéria de direito e não de fato
- Modelos de Petição – Suspensão do prazo para entrega do laudo – caso 1
- Modelos de Petição – Suspensão do prazo para entrega do laudo – caso 2
- Modelos de Petição – Prorrogação de prazo para entrega do laudo
- Modelos de Petição – Solicitação de providências para ingressar no imóvel
- Modelos de Petição – Providências que somente as partes podem apresentar
- Modelos de Petição – Indicação do dia e hora para início da diligência
- Modelos de Petição – Requerimento da entrega das chaves de imóvel vazio
- Modelos de Petição – Comunicação de fato ocorrido durante a diligência
- Modelos de Petição – Esclarecimento sobre impugnação do laudo
- Modelos de Petição – Resposta a impugnação ou quesitação suplementar
- Modelos de Petição – Novos e sucessivos esclarecimentos
- Finalização
Construção civil recua 2,0% no primeiro trimestre, aponta IBGE
A construção civil recuou 2,0% no primeiro trimestre do ano, na comparação com o quarto trimestre do ano passado, apontam os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) do Produto Interno Bruto (PIB) na manhã desta quinta-feira, 30. Com as incertezas políticas e econômicas, os três primeiros meses do ano foram de retração de 0,2%no PIB. Essa foi a primeira queda na atividade econômica desde o quarto trimestre de 2016.
Na comparação com o trimestre imediatamente anterior, a queda da construção foi a maior desde o primeiro trimestre do ano passado, quando o setor recuou 2,4% em relação ao três últimos meses de 2017. Na base acumulada em quatro trimestres, são 19 quedas consecutivas.
“A situação da construção civil preocupa, por ser um setor que emprega um grande número de pessoas, que hoje estão fora do mercado consumidor. Mas o avanço nas vendas de imóveis no primeiro trimestre no começo do ano mostra que a demanda por imóveis existe e se manifesta mesmo em um ambiente em que o consumidor e o empresário ainda não se sentem completamente seguros”, diz Luiz Antonio França, presidente da Abrainc (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias).
“Apesar de os resultados do primeiro trimestre terem vindo abaixo do que se imaginava no início do ano, a expectativa para os próximos meses continua positiva, caso se consiga avançar nas reformas.”
Para o gerente executivo de Política Econômica da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Flavio Castelo Branco, o setor foi o primeiro a sentir a recessão e deve ser o último a se recuperar. “A construção acabou afetada pela infraestrutura – que sofreu com a crise fiscal e espera avanços nas concessões – e, no setor imobiliário, pesa a redução de projetos para famílias de baixa renda.”
Ele lembra que o setor imobiliário teve resultados positivos no primeiro trimestre, mas partindo de uma base fraca e abaixo das expectativas que o setor tinha no início do ano.
O economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio, de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Fabio Bentes, analisa que o descompasso nas relações entre Executivo e Legislativo corroeram as expectativas que os empresários e consumidores tinham no começo do ano e ajudaram a postergar o reaquecimento da economia. “Quando a gente olha os indicadores da economia, a análise é preocupante, com queda na indústria e estagnação nos serviços e no consumo das famílias”, disse.
“Por mais que o mundo esteja lidando com uma guerra comercial entre China e Estados Unidos e o comércio internacional esteja ameaçado, o problema hoje do Brasil é interno. A condução da principal bandeira do governo, que a reforma da Previdência, teve um ritmo de avanço abaixo do esperado. O adiamento das principais votações para a segunda metade do ano criou um clima de cautela do setor produtivo. Assim, fica difícil de destravar investimentos.”
A queda na construção está diretamente ligada ao desempenho ruim do mercado de trabalho, avalia o presidente da Câmara Brasileira da Indústria de Construção (Cbic), José Carlos Martins. “É urgente a votação da reforma da Previdência para que o investimento volte. Só o setor da construção pode alavancar o investimento e será o grande motor do crescimento sustentado do País.” Ele lembra que a indústria da construção já perdeu mais de 1 milhão de trabalhadores por conta da crise.
Fonte: Portal Terra
Incêndio em subestação da CEB deixa 17 mil imóveis sem luz
A subestação da Companhia Energética de Brasília (CEB), localizada na área central da cidade, pegou fogo na manhã desta quarta-feira (29/5). O prédio fica na 701/901 Norte, próximo da 5ª Delegacia de Polícia. A fumaça preta e as chamas podem ser vistas de longe. De acordo com CEB, o local atende 17.007 unidades consumidoras, que estão sem energia no momento.
Pelo menos 10 equipes do Corpo de Bombeiros estão no local. Homens da Polícia Militar também se deslocaram para a unidade da CEB. Até às 9h30, não havia mais detalhes sobre a existência feridos ou mortos, nem sobre as causas do incêndio. Funcionários da CEB responsáveis pela manutenção foram acionados.
O contador Diego Machado, 35 anos, trabalha no Centro Empresarial Norte, bem perto da subestação. Ele contou que a energia acabou pouco depois que ele chegou ao escritório, por volta das 9h. “A gente desceu e viu a movimentação de pessoas no térreo. Uma moça disse que ouviu um estouro, mas eu e meus colegas não ouvimos nada. Só descemos para ver e nos deparamos com as chamas. Não sei se vamos voltar a trabalhar hoje, porque precisamos de energia e, até agora, nada!”.
A fumaça densa e escura, pode ser vista da Esplanada dos Ministérios. Moradores da Asa Norte relatam falta de energia. Quem trabalha no Edifício PO 700, que fica de frente à subestação, desceu dos escritórios, pois, o predio ficou sem luz. Ainda não há previsão de quando o problema será resolvido.
Quem estava na Torre de TV, de onde deu para avistar o incêndio, relatou que, por volta das 10h, a fumaça mudou de cor. No primeiro momento era escura e densa. Mas depois, ficou esbranquiçada. Leitores que trabalham no Setor Bancário Norte também relataram ao Correio, que a fumaça causou espanto e preocupação. “Todo mundo querendo saber o que tinha acontecido”, resumiu Fernando Braga Almeida, 30 anos, auxiliar de escritório.
Em nota, a CEB informou que às 9h15 recebeu um chamado dos Bombeiros sobre incêndio na Subestação 03. Os equipamentos de proteção do sistema provocam o desligamento automático da energia. Por volta das 10h, as equipes de manutenção aguardavam os bombeiros apagarem o fmogo pra ter acesso às instalações e avaliar os danos.
Fonte: Correio Braziliense
Antes de comprar um imóvel, peça comprovantes de quitação de dívidas
É possível comprar um imóvel com dívidas de condomínio, imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana (IPTU) ou taxas extras que seriam responsabilidade do antigo proprietário? Muitas dúvidas podem surgir quando se está nessa situação, por isso é importante estar bem informado para evitar grandes problemas durante a compra da casa ou apartamento dos sonhos.
De acordo com o presidente do Sindicato da Habitação (Secovi), Kelsor Fernandes, quem tem interesse em comprar um imóvel deve ter certeza de que não há nenhuma dívida pendente antes de qualquer negociação. Por isso, é necessário requerer documentos ao vendedor para que o novo morador se certifique quanto a possíveis pendências.
“O ideal é solicitar, dentre toda documentação necessária, uma carta de negativa de débitos, emitida pelo condomínio, atestando que não há dívidas condominiais vinculadas à unidade até a data da compra/venda”, explica o gerente-geral de uma empresa administradora de condomínios, Kleber Negreiros.
Após adquirir a documentação, quando constatado o débito, o novo proprietário se torna responsável por quitar as dívidas. Segundo Kleber, “o débito está vinculado à unidade. Logo, se a unidade é vendida com débito, este passa ao novo proprietário”. Porém alguns acordos ainda podem ser feitos para que as dívidas sejam quitadas.

Transferência do bem
Especializado na área imobiliária, o advogado Roberto Cabral conta que as dívidas atreladas a um imóvel deveriam pertencer ao antigo dono. “O novo proprietário só passa a responder a partir do momento em que há a transferência do imóvel, junto ao cartório de registro de imóvel”, ressalta o especialista.
“Dentro dessa negociação, às vezes o vendedor está descapitalizado e não tem condições de pagar essas dívidas para vender o imóvel. A alternativa negocial que se tem é abater o valor da venda do imóvel”, diz o advogado. Essa seria uma solução viável, para que nenhum dos dois fique com dívidas após a compra/venda da propriedade.
Roberto acrescenta que se, de alguma forma, o negócio foi concluído e o contrato fechado, o novo dono tem que responder pelo imóvel e todas as dívidas atreladas e ele. Além disso, ele pode ser demandado judicialmente.
“Em alguns casos o valor é abatido do valor pago pelo comprador e o vendedor repassa para sanar a dívida. Em outros casos, o vendedor reduz o valor e o comprador assume a dívida. O ideal é fazer o levantamento da existência de débitos e, no caso de constatação, negociar o pagamento”, informa Kleber.
Caso não haja negociação e o novo proprietário tenha a intenção de se recusar a pagar, as consequências podem ser graves. “É bom salientar que tanto dívida de condomínio quanto de IPTU, a pessoa pode perder o imóvel por falta de pagamento, o imóvel vai a leilão”, alerta o presidente da Secovi-Bahia.
O papel do condomínio
O síndico César Franca salienta que para que o antigo proprietário possa liberar o imóvel e o novo possa botar a propriedade em seu nome, é preciso que o condomínio tenha que receber o valor da dívida no processo de negociação de compra e venda do bem. Se não houver pagamento, o condomínio poderá recorrer à Justiça para que sejam tomadas as medidas cabíveis.
“Seguindo os requisitos estabelecidos pela convenção e o código civil, o condomínio pode acionar judicialmente a unidade. Nesse caso, será acionado o proprietário na data da ação, constatado através de uma certidão de propriedade emitido pelo cartório de registro de imóvel. Essa é uma prática adotada a fim de resguardar o condomínio quanto à ação”, sinaliza Kleber Negreiros.
César Franca lembra que obter suporte profissional é importante nesse tipo de situação. É preciso contratar um corretor registrado no Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci). Além disso, a administração do condomínio e advogados podem ser consultados no ato da compra.
“Por se tratar de um acordo comercial entre partes autônomas, o síndico não tem muito como se envolver na negociação. O que pode ser feito pelo síndico é a emissão (ou não) da carta de negativa de débitos, ou sinalizar ao novo comprador sobre existência de dívida, se procurado. Além disso, cabe ao síndico a cobrança da inadimplência, conforme regras estabelecidas pela convenção do condomínio”, diz Kleber.
DOCUMENTOS NECESSÁRIOS
Escritura do imóvel Devidamente registrada no Cartório de Registro de Imóveis
Certidões negativas Histórico que comprova se há débitos de ônus reais e da Fazenda Municipal
IPTU Carnê atualizado até data do negócio
Habite-se Certidão que comprova que o imóvel pode ser habitado
Planta baixaComprova medidas e instalações do imóvel
Registro de ações Emitidos pelo cartório, atesta que o imóvel não foi negociado informalmente
Quitação Pagamento da taxa de cadastro e avaliação e comprovante de quitação de condomínio
Fonte: Portal A Tarde
Banco do Brasil promove leilão de 41 imóveis em cidades do estado de São Paulo e em Brasília
O Banco do Brasil (BB) anuncia leilão de 41 imóveis localizados em cidades do estado de São Paulo e em Brasília, que será realizado no dia 06 de junho, às 11 horas, com lances presenciais e a distância.
Na capital federal, destaque para o imóvel do disputado Setor Bancário Sul de Brasília (SBS). Com potencial construtivo de 19 mil m2, o terreno possui 1.031,64 m2, com área construída de 6763,315 m2 (entre pavimentos térreo e subsolo), e será leiloado a um lance mínimo de R$ 31,8 milhões. De acordo com Carla Umino, Leiloeira Oficial da Lance no Leilão, empresa contratada para realizar os leilões judiciais e extrajudiciais do Banco do Brasil, a compra de um imóvel no SBS representa uma oportunidade significativa de investimento, tendo em vista a localização estratégica para negócios e a saturação de áreas à venda na região. Segundo Carla, o imóvel em questão destina-se a multi family offices, consórcios, grandes grupos de investimento, instituições bancárias ou até mesmo escritórios.PUBLICIDADE
Já no estado de São Paulo, serão ofertados imóveis de agências desativadas do BB, apartamentos, além de espaços comerciais e residenciais, localizados em 32 cidades. Os lances partem de R$ 37,2 mil. Há também uma fração de terreno em Guarani D´oeste, cujo lance mínimo é R$ 400,00. Entre as oportunidades do leilão estão o prédio da agência desativada do BB, localizada no município de Amparo, cujo lance mínimo é de R$ 1,7 milhão, e da cidade de Dois Córregos, com lance a partir de R$ 920 mil.
Os interessados podem fazer seus lances presencialmente ou a distância, pelo site www.lancenoleilao.com.br/bb. É necessário fazer um cadastro no site com até 48 horas de antecedência ao leilão. Já os lances presenciais podem ser realizados na rua Doutor Bento Teobaldo de Ferraz, 190, Barra Funda, São Paulo. Podem participar pessoas físicas e jurídicas.
Importante frisar que o Banco do Brasil ficará responsável por quitar eventuais valores não quitados de IPTU, ITR, CCIR, laudêmio (taxa de transação para a União) e condomínio, até a efetivação do registro da transferência do imóvel ao arrematante.
Para visualizar a descrição dos imóveis e o edital, acessewww.lancenoleilao.com.br/bb
Serviço:
- Leilão de imóveis do Banco do Brasil em Brasília e São Paulo.
- Dia: 06 de junho
- Horário: 11 horas
- Como participar:
- Presencialmente: rua Doutor Bento Teobaldo de Ferraz, 190, Barra Funda, em São Paulo.
- Online: em lancenoleilao.com.br/bb. Necessário cadastro com até 48 horas de antecedência ao leilão, o que deve ser solicitado pelo e-mail atendimento@lancenoleilao.com.br
Mais informações: Carla Sobreira Umino – Lance no Leilão11 2359-7351 / atendimento@lancenoleilao.com.br / www.lancenoleilao.com.br/bb
Website: http://www.lancenoleilao.com.br/bb
Fonte: Portal Exame
Terracap inicia venda direta de lotes na área do Jóquei, em Vicente Pires, no DF
A Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) lançou, na última semana, edital para venda direta de lotes a moradores do trecho 1 do Setor Habitacional Vicente Pires, conhecido como Jóquei. A regularização contempla 917 imóveis residenciais já ocupados na região.
Segundo a Terracap, o preço médio para os lotes de 400m² será de R$ 91 mil. A empresa afirma que o valor final de venda vai deduzir as melhorias de infraestrutura feitas pelos residentes da área, assim como levar em conta a valorização que essas melhorias trouxeram aos imóveis.
Não há restrições quanto ao tempo de ocupação dos lotes para que os moradores possam adquirir o terreno. O único pré-requisito é que o imóvel já tenha sido edificado e ocupado até esta quinta (23).
A Terracap promete desconto de 25% para ocupantes que façam o pagamento à vista. Já os que oferecerem entrada acima de 5% do valor do imóvel terão descontos escalonados. O prazo máximo para financiamento é de 240 meses.
Para participar do programa, moradores interessados em adquirir lotes precisam entregar a proposta de compra até o dia 24 de junho, no edifício-sede da Terracap.
Formalização da compra
Os ocupantes que não fizeram cadastro prévio devem preencher formulário disponível no site da Terracap e anexar cópias de documentos pessoais – carteira de Identidade e CPF; cópia de comprovante da ocupação, como contas de água, energia, telefone; e cópia de documento que comprove a aquisição dos direitos do imóvel de terceiro.
Em seguida, precisam comparecer ao edifício-sede da Terracap para entregar os documentos originais e dar prosseguimento ao processo de aquisição do imóvel. São eles:
- Carteira de identidade;
- Cadastro de Pessoa Física – CPF;
- Documento comprobatório da aquisição dos alegados direitos do imóvel de terceiro (contrato de compra e venda, cessão de direitos, dentre outros);
- Comprovante da ocupação (contas de água, energia, ou telefone, ou outros comprovantes, desde que devidamente justificado), demonstrando que o terreno já se encontrava ocupado, conforme art. 11, Inciso-VIII, da Lei nº 13.465/2017, até a data de 22 de dezembro de 2016;
- Comprovante atual de residência (contas de água, energia, ou telefone, ou outros comprovantes, desde que devidamente justificado), demostrando que reside no imóvel objeto da compra;
- Certidão de Regularidade junto à Justiça Eleitoral;
- Certidão Negativa de Débito de IPTU / TLP;
- Documentação de comprovação da capacidade econômico-financeira de pessoa física – três últimos comprovantes de rendimentos (contracheque, Decore, Declaração de Imposto de Renda).
Fonte: Portal G1DF
UNICRECI/DF: Inscrições para Prevenção à Lavagem de Dinheiro – 10ª edição
Corretoras e Corretores de Imóveis do Distrito Federal, não percam!
O CRECI/DF e UNICRECI/DF oferecem aos profissionais do Distrito Federal mais uma turma no curso de Prevenção à Lavagem de Dinheiro – 10ª edição
As inscrições devem ser realizadas as 23h59 do dia 30/05/2019.
Para garantir sua vaga é preciso que você tenha acesso a CAIXA DE ENTRADA do seu email @creci.org.br. Se ainda não tem o email, faça o seu agora (CLIQUE PARA FAZER SEU EMAIL). Caso tenha e esqueceu sua senha ou não sabe como acessá-lo, ligue para o seu Conselho (61) 3321-1010.
Este curso é oferecido GRATUITAMENTE e exclusivamente a Corretores de Imóveis.
Antes de realizar sua inscrição, pedimos que leia com atenção o regulamento.
[button color=”blue” bgcolor=”#” hoverbg=”#” textcolor=”#” texthcolor=”#” bordercolor=”#” hoverborder=”#” size=”bigger” align=”center” link=”http://ead.creci.org.br/CursoDetalhes.aspx?id=104248″ radius=”0″ outer_border_color=”#” icon_color=”#”]Clique aqui para fazer sua inscrição [/button]
Conteúdo programático
CONCEITOS FUNDAMENTAIS
- Definição de Lavagem de Dinheiro
- As fases conceituais
- Mecanismos ilícitos mais usados
- Setores atacados
- Tipologias
O PROGRAMA DE PLD/FT
- Histórico e cenário internacional
- Contextualização do cenário brasileiro
- Razões e justificativas da adoção do programa
- Órgãos e Ações estratégicas (COAF e ENCCLA)
LEGISLAÇÃO
- Lei nº 9.613/1998 e nova redação dada pela Lei nº 12.683, de 9 de julho de 2012
- Resolução COFECI nº 1336/2014
MEDIDAS E OBRIGAÇÕES
- Pessoas obrigadas
- Cadastro dos Clientes
- Registro de Operações Realizadas
- Comunicações de Operação Financeira
- Conceito
- Requisitos
- Informações adicionais
- Como realizar
Ministro diz que governo federal estuda aluguel social no Minha Casa Minha Vida
O governo federal estuda implantar um “aluguel social”, com tarifa acessível, para beneficiários do Minha Casa Minha Vida, afirmou nesta sexta-feira (24) o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto. Ele esteve em Petrolina (PE) com o presidente Jair Bolsonaro para a inauguração de um conjunto habitacional pelo programa.
O aluguel social é uma modalidade na qual o governo paga para uma família manter um imóvel por um período determinado. Prefeituras e governos estaduais mantêm programas do tipo no país atualmente.
Pelas regras de hoje, os beneficiários do Minha Casa Minha Vida compram o apartamento por meio de financiamento, com subsídio de até 90% por parte do governo federal. “Em alguns casos, o aluguel social, a locação social, é o mais apropriado. Em outras, outras, a transferência do imóvel. Mas ainda é uma proposta que está sendo discutida e passará pelo crivo da sociedade, da Caixa Econômica [Federal] e do Ministério da Economia”, disse o ministro. “Não é que vai deixar de entregar casa para a população.”
Ao jornal “O Estado de S.Paulo”, nesta sexta, Canuto afirmou que as mudanças estão em estudo nas linhas de crédito destinadas a atender aos mais pobres, para famílias com renda de até R$ 1.800 (chamada de “faixa 1” no Minha Casa Minha Vida) e de até R$ 2.600 (“faixa 1,5”). Ainda não há detalhes de como o projeto funcionará.
Em Petrolina, Canuto falou na necessidade de o programa ser aperfeiçoado e de ter identificado “falhas”, sem especificar. Na entrevista ao “Estado”, ele disse que uma das falhas é a venda dos apartamentos por beneficiários do programa –a venda é proibida.
O governo federal irá investir R$ 11,6 bilhões em novas contratações para o Minha Casa Minha Vida, ainda segundo Canuto. “Essa história de que o programa parou não existe.”
Procurado, o Ministério do Desenvolvimento Regional informou que a Política Nacional de Habitação está sendo reformulada e que a criação de uma modalidade de aluguel social é uma das possibilidades.
Fonte: Portal G1
Lançamentos de imóveis crescem 23,9% e vendas sobem 1,9% no 1º tri, diz pesquisa
Os lançamentos e vendas de imóveis cresceram no primeiro trimestre no País, de acordo com pesquisa da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) feita em parceria com a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) e antecipada ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
No acumulado de janeiro a março, os lançamentos totalizaram 18.1811 unidades, apontando um acréscimo de 23,9% frente ao mesmo período do ano passado. Em 12 meses, os lançamentos somaram 113.620 unidades, desempenho 34% superior ao informado nos 12 meses anteriores. Somente em março foram lançadas 13.144 unidades – praticamente o dobro do lançado no mesmo mês do ano anterior (6.458 unidades). Em termos absolutos, segundo a Abrainc, os comparativos trimestrais refletem melhor as tendências do mercado que os mensais.
Vendas
Já as vendas totalizaram 26.729 unidades no acumulado de janeiro a março deste ano, com expansão de 1,9% em relação ao reportado em igual período do ano anterior. Em 12 meses foram vendidas 115.625 unidades, representando alta de 2,5% em relação aos 12 meses anteriores. Em março, as vendas de imóveis novos totalizaram 11.562 unidades, ante 7.401 unidades vendidas em março do ano passado.
Em nota, a associação destaca também a queda expressiva na relação entre distratos e vendas. Esse indicador encerrou os últimos 12 meses em 21,2%, em razão do declínio de 25,6% no volume de unidades distratadas e ao aumento das vendas no período.
O desempenho implica em uma queda de 8 pontos em relação à média calculada para os 12 meses precedentes (29,2%), e uma redução de 21,8 pontos em comparação à média de 2016, ano em que a relação distratos-vendas atingiu o patamar recorde de 42,6%.
pontos em relação à média calculada para os 12 meses precedentes (29,2%), e uma redução de 21,8 pontos em comparação à média de 2016, ano em que a relação distratos-vendas atingiu o patamar recorde de 42,6%.
Segmento e participação
Considerando somente os segmentos residenciais, que incluem empreendimentos de Médio e Alto Padrão (MAP) e empreendimentos classificados no programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), os lançamentos avançaram 37% e as vendas 3,2% nos últimos 12 meses.
Em termos de participação, a maior parte dos lançamentos residenciais (79%) e das vendas residenciais (70,7%) realizadas nos últimos 12 meses correspondeu a unidades comercializadas no âmbito do MCMV, ao passo que os empreendimentos MAP foram responsáveis por 21% das unidades residenciais lançadas e 29,3% das unidades residenciais vendidas.
Estoque
No fim de março, o mercado imobiliário contava com 120.539 unidades novas disponíveis para venda, montante praticamente estável (+0,3%) em relação ao registrado um ano antes. Considerando o ritmo atual de vendas, seriam necessários 16,7 meses para liquidar esse estoque.
Os dados da pesquisa abrangem imóveis novos (na planta, em obras e recém-construídos) dos segmentos residencial, comercial e loteamentos, desenvolvidos por 20 empresas associadas à Abrainc, com atuação espalhada pelo País e concentração na Região Sudeste.
Fonte: Portal Uol















































