Imóveis: como escolher onde morar, com o reaquecimento do mercado? | CRECI/DF
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Brasília, 24/01/2018

Imóveis: como escolher onde morar, com o reaquecimento do mercado?

O reaquecimento do mercado imobiliário já é realidade. Segundo pesquisa realizada pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação), de janeiro a setembro de 2017 foram comercializadas 12.810 unidades residenciais novas, o que representa um aumento de 18,4% em relação ao mesmo período de 2016. E aí mais um ano está terminando e chegou a hora de se planejar para o próximo. Uma mudança de endereço vai fazer bem para renovar as energias? Você vai se casar em 2018 e precisa de um imóvel? Ou, quem sabe, decidiu que chegou a hora de investir e quer dar entrada em um apartamento?

Seja qual for o motivo que te leve à compra de um imóvel em 2018, é importante saber que essa decisão requer atenção e alguns cuidados, tanto na forma de compra, quanto na escolha do local, metragem, etc. Por esse motivo, a Ink Incorporadora, que tem cinco prédios em andamento na capital paulista, listou algumas dicas importantes. Vamos primeiro às de cunho mais pessoal, para depois abordarmos as financeiras.

Localização

Para saber se a região do empreendimento apresenta oportunidade de crescimento e valorização, verifique se existem projetos de modernização (como revitalizações de vias) e de mobilidade urbana (como novas estações de metrô) e a qualidade e a diversidade de serviços que a região oferece. “Entender se a região é consolidada ou em desenvolvimento é essencial. Todos os nossos empreendimentos, por exemplo, estão em bairros que oferecem essa possibilidade de valorização. A facilidade de acesso à região é enorme, seja pelas vias para carros, opções de transportes públicos (com a proximidade da estação intermodal) e até pela proximidade de ciclovias e ciclofaixas. A região está em grande desenvolvimento. Novos empreendimentos, serviços e lazer estão sendo atraídos para lá, onde já há equipamentos e espaços públicos importantes, como o Largo da Batata, Praça Vitor Civita e Sesc”, afirma Gabriela Coelho.

Marco na região

Alguns edifícios se tornam pontos de referência no entorno e acabam, por alguma característica específica (a fachada, por exemplo), se tornando alvo de desejo. “Um dos nossos maiores cuidados é com a qualidade da arquitetura de nossos prédios. O Tetrys, por exemplo, tem a fachada baseada no Tetris, o game de encaixar blocos. É inusitada e pretende ser um marco para a região e moradores da Pompéia”, continua Gabriela.

Infraestrutura, serviços e facilidades

Dependendo do perfil do imóvel, ter no empreendimento equipamentos de lazer, serviços específicos e outros, pode ser um diferencial que aumente seu valor. “Sobre isso, uma das nossas grandes preocupações é conseguir fazer com que o prédio potencialize a relação entre os espaços públicos e privados. Nesse sentido, um exemplo é que criamos a chamada ‘praça aberta’. Além de áreas de descanso para transeuntes e bicicletário, essa praça oferece um pequeno respiro verde na cidade, ao invés de cercas ou muros”, conta Gabriela Coelho.

Qualidade da construção

Em média, o brasileiro muda menos de 2 vezes de casa em sua vida. Imóveis duram muitas décadas. Contar com uma construção de qualidade e com o compromisso de manutenções periódicas é a garantia de que tudo seja mantido em ordem e em pleno funcionamento por um longo período de tempo. “Para trabalhar no mercado, é preciso ser empresas consolidadas no mercado e que tenham objetivos, sejam compromissadas com qualidade, segurança, sustentabilidade, transparência”, afirma Gabriela.

Características específicas

Algumas características tendem a se tornar diferenciais em qualquer imóvel, como a iluminação e ventilação dos ambientes e a qualidade dos espaços do imóvel e das áreas comuns. “Temos muitas preocupações relacionadas à qualidade de vida e à sustentabilidade. Algumas medidas que adotamos: para redução do consumo de água, escolhemos equipamentos sanitários eficientes e de baixo consumo, faremos recolha de águas pluviais, reciclagem de águas cinzas (geradas a partir de processos domésticos como lavar louça, roupa e tomar banho); para redução do consumo de energia faremos, entre outas ações, aquecimento de água a partir de isolamento da tubulação; em relação a transportes alternativos e veículos de baixa emissão: nossos prédios têm bicicletários e vagas exclusivas para veículos de baixa emissão. Para carros elétricos, por exemplo, a garagem do Tetrys terá pontos de recarga”, exemplifica Gabriela Coelho.

Levando em conta os pontos tratados acima, certamente será mais fácil definir suas necessidades e buscar o apartamento perfeito. No entanto, depois de ter pesquisado vários imóveis e de definir o que melhor atende suas necessidades, é chegado o momento de entender como funciona o processo de aquisição de um apartamento. Abaixo seguem explicações sobre as três modalidades mais adotadas para realizar a compra de um imóvel.

Pagamento à vista

É a forma mais apropriada para comprar um imóvel, pois, além de garantir a posse imediata, permite ao comprador a possibilidade de negociar com maior eficiência o preço final e beneficiar-se integralmente da valorização futura, já que não há incidência de juros. É o mais indicado quando o objetivo da compra for investimento.

Financiamento

É a modalidade mais usada para compra de imóveis. “É uma forma de empréstimo cuja garantia é o próprio imóvel, que fica alienado até que você quite integralmente todas as parcelas. Isso permite que os juros praticados sejam mais acessíveis”, explica Gabriela. Além disso, há programas de incentivo, como a utilização do FGTS, que facilitam a obtenção de crédito. Diferentemente do consórcio, que virá em seguida, nesse caso as chaves são recebidas logo após a aprovação do financiamento, no caso de prédios já prontos. A única contrapartida é que o comprador precisa garantir ao banco que vai conseguir arcar com as prestações do financiamento e seus reajustes, para não correr o risco de perder o imóvel.

Consórcio

É a maneira menos viável para quem tem urgência na compra do imóvel. Nesta modalidade não há incidência de juros, apenas de uma taxa de administração e a correção do valor é estipulada por mecanismos oficiais de apreciação. No longo prazo, a facilidade de compra é maior. “No consórcio, você paga um valor fixo mensal e está habilitado à contemplação por sorteio e por meio de lances todos os meses. Quando o consorciado é contemplado, ele recebe o crédito integral para adquirir seu imóvel”, explica Gabriela. A questão é que não há como saber quando você será contemplado dentro do prazo máximo de duração do seu grupo. Essa opção é ideal para pessoas que estão instaladas e não precisam do imóvel de imediato.

 

 

Fonte: segs.com.br